24 maio 2010

traço 207

Maria, nunca mais me escrevas a máquina. Isso dá impressão de falta de sinceridade. Porque, quanto a mim, não sei pensar a máquina. Só a lápis ou esferográfica.

Mario Quintana
E disso saiu carta aqui 
(pensar que esse techo estava na minha minigramática)

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